Atualizado em: 08/03/2006
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ÉTICA NA MONTANHA
O montanhismo é um esporte de liberdade, e tudo o que não precisamos é levar as regras e leis da cidade para a montanha. Mas isto só é possível porque o montanhista que se define como tal segue dois príncipios básicos: proteger as montanhas e respeitar os outros que as frequentam.
Os textos abaixo são boas referências para quem quer praticar o montanhismo segundo estes princípios. Eles traduzem a ética esportiva e ambiental que a FEMERJ defende. Pedimos a todos que os leiam, adotem e divulguem.

1ª Atualização das Diretrizes de Mínimo Impacto para Urca- Dia 11/08/2007 ocorreu na Urca a 1º Atualização das Diretrizes de Mínimo Impacto para Urca, as quais criadas no Seminário da Urca realizado em 2002.

Normas de visitação específicas para atividades de conquistas e escaladas no PNI - Os montanhistas que pretendam abrir novas vias de escalada no Parque Nacional de Itatiaia deverão seguir os procedimentos descritos nesse documento.

Recomendações para autoria de Guias de Escalada e Montanhismo - Essas recomendações têm por intuito apoiar e orientar os interessados na elaboração guias de escalada e montanhismo, abordando aspectos legais, éticos e práticos.

Código de relacionamento da FEMERJ - estas recomendações visam orientar a FEMERJ no relacionamento, nas questões relacionadas a atividade fim (montanhismo) e a utilização do meio natural, com outras organizações jurídicas (empresas, Ong’s, órgão públicos, mídias,...), bem como pessoas físicas que estejam envolvidas na organização/coordenação de eventos (feiras, seminários, competições,etc.). FEMERJ, 2004
Pega Leve! - é mais que uma campanha para garantir o bom uso das trilhas e acampamentos limpos. É um programa voltado à convivência responsável com o ambiente natural, dedicado a construir a conscientização, apreciação e, além de tudo, o respeito por nossas áreas naturais. Uma ética, que orienta a conduta adequada do cidadão consciente da importância da conservação da biodiversidade no Brasil. Centro Excursionista Universitario, 2003

Declaração do Tirol – Adotada oficialmente no congresso promovido pela UIAA e pelo Clube Alpino Alemão, coloca no papel um conjunto de valores e códigos de conduta que traduzem o espírito do montanhismo de forma bem ampla – no campo ético, social, cultural e ambiental. Congresso Sobre o Futuro dos Esportes de Montanha, Innsbruck, 2002

Boicote de Vias – Além de respeitar a ética, o que você pode fazer para que os outros também a respeitem? Veja aqui a nossa recomendação. FEMERJ, 2003

O Direito Autoral de Conquista – Perguntas e respostas sobre a ética de grampeação de vias, para tirar dúvidas e evitar interpretações erradas. FEMERJ, 2003.

Direito Autoral e Pluralidade de Estilos – O Direito Autoral não é perfeito, mas é a melhor solução disponível. Veja aqui porquê. Depto. Técnico da FEMERJ, 2003

Código de Ética e de Conduta da AGUIPERJ - Códigos elaborados pelos guias e instrutores profissionais para servir como referência na atuação e na seleção dos participantes da sua associação. AGUIPERJ, 2003

Recomendações Sobre Conquistas em Fendas – Um texto sobre a ética da não grampeação de fendas e o que fazer com fendas já grampeadas. FEMERJ, 2002.

Algumas Características das Plantas Sobre as Rochas – Um texto técnico em linguagem simples sobre a riqueza da vegetação das paredes e a importância de se preservá-la. Escrito pela bióloga e montanhista Katia Torres Ribeiro, 2002.

Manifesto da Escalada Natural – Texto histórico (mas sempre atual) que marcou as discussões sobre grampeação e estilos de escalada há 20 anos no Rio de Janeiro.
André Ilha, 1983
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Recomendações Sobre Conquistas e Regrampeações de Vias de Escalada – Entre as recomendações técnicas são abordadas as questões de mínimo impacto na realização de conquistas. Depto. Técnico da FEMERJ, 2002.

To Bolt or not To Be (Português) (Inglês) - Recomendações da UIAA sobre a ética na escalada, principalmente em relação às questões sobre grampeação. Comissão de Montanhismo da UIAA, 2000.

Carta Aberta aos Escaladores – O movimento que seria o embrião da FEMERJ divulgou esta carta em 1996 assinada pelos clubes e principais escolas de escalada da época. Milhares de cópias foram distribuídas em lojas, clubes e na Urca. Era o início do trabalho organizado de conscientização. INTERCLUBES, 1996.

Seminário de Mínimo Impacto em Paredes – Como resultado deste seminário os escaladores criaram, voluntariamente, áreas restritas a conquistas e outras recomendações de mínimo impacto para a escalada na Urca – RJ.
GT Mínimo Impacto, FEMERJ, 2002
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Código de Ética do I Congresso Brasileiro de Montanhismo – Resoluções sobre ética do
I Congresso Brasileiro de Montanhismo. Curitiba, 1993
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Excursionismo Consciente – Uma boa referência geral sobre mínimo impacto, principalmente em caminhadas e acampamentos. Link para o texto do Geógrafo Roney Perez dos Santos, do Centro Excursionista Universitário (SP), 1996.

“No passado a comunidade montanhista era relativamente pequena e próxima, de modo que as questões de ética nas montanhas eram facilmente debatidas e repassadas para a maioria dos envolvidos. À medida em que o número de praticantes aumenta exponencialmente e viajar até as montanhas se torna cada vez mais fácil, os métodos tradicionais de se influenciar uma nova geração já não são mais eficientes, e é então necessário se documentar os valores que são importantes para nós.”
Doug Scott, montanhista e presidente do Clube Alpino Britânico
     
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