As trilhas que utilizamos e os lugares que amamos estão sujos, com grandes focos de erosão, com vegetação morta e arrancada, com uma grande quantidade de visitantes passando por elas, sem nenhum ou quase nenhum conhecimento das praticas de mínimo impacto ou preservação. Este projeto procura, ao mesmo tempo, realizar uma limpeza nas trilhas ou ambientes naturais, fazer levantamento do estado atual das trilhas , mapear e levantar os locais mais procurados e analisar a quantidade de turistas em temporadas.
Adotando uma Trilha
Além da limpeza de uma trilha, o desafio que estamos lançando com este projeto é a manutenção dessa trilha. Será o seu comprometimento e o comprometimento de sua instituição com as montanhas. Cada instituição participante deverá adotar uma trilha e propor um plano de 01 ano para a sua conservação. Inscrições gratuitas: http://www.cbme.org.br/programasda-cbme/adotepam
REDE DE PROTEÇÃO AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA
A Rede de Proteção ao Parque Nacional da Tijuca é uma iniciativa do Projeto Água em Unidade de Conservação, realizado pelo Instituto Terrazul e Patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental e se configura numa estratégia de incentivo ao trabalho em rede e de captação de recursos humanos, técnicos e financeiros para o alcance da sustentabilidade de ações promovidas para a Unidade de Conservação. Esta iniciativa forma um portal de visibilidade, divulgação, documentação e intervenção, reunindo parcerias dos setores público e privado, visando a proteção a um dos maiores patrimônios do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Tijuca. Visite o site: http://www.redeprotecaopnt.org.br/
A idéia de criar o primeiro relatório brasileiro de acidentes em montanha, começou a tomar forma em 1998, quando o montanhista Pedro Lacaz Amaral, que já trabalhava na área de segurança na indústria, conheceu os relatórios de acidentes publicados nos Estados Unidos e no Canadá, pelo American Alpine Club e pelo Alpine Club of Canada. A partir daí, junto com seu amigo e escalador Kiko Araujo, usando essas publicações como referência, os dois começaram a trabalhar na elaboração do primeiro relatório desse tipo publicado no Brasil.
Conhecendo os procedimentos das empresas que possuem programas de redução de acidentes no trabalho, Pedro percebeu que uma grande contribuição para se reduzir acidentes, é conhecer suas causas e a partir daí divulgá-las. A maioria dos acidentes na montanha tem como causa principal a falha humana. Dar um nó na ponta da corda ao rapelar, entrar em uma floresta para fazer um trekking com um mínimo de preparo e equipamento (lanterna, anorak e etc), podem parecer detalhes óbvios, mas não são raros os casos de acidentes, inclusive fatais, que ocorrem por desrespeito a esses simples procedimentos. Esse trabalho trata exatamente disso, procedimentos óbvios - alguns nem tanto - que as pessoas dispostas a praticar esportes na montanha, devem conhecer e respeitar, para sua própria segurança e a dos seus parceiros.
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