Federação de Montanhismo
do Estado do Rio de Janeiro

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GT Inox

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Para melhor entender a atuação e a segurança de proteções inox à beira mar e encontrar a melhor opção de proteção fixas nestes ambientes, a FEMERJ montou um grupo de trabalho focado no estudo de diferentes tipos de proteção, sobretudo as produzidas em inox.

Diferentes frentes de trabalho foram abertas, desde estudos laboratoriais à testes in loco, visando compreender alguns parâmetros para garantir a segurança em nossas vias de escalada. Alem disso, estamos estudando a durabilidade das proteções, as causas das falhas observadas, a distância segura para colocação de proteções inox com relação ao ambiente salino, entre outros.

O estudo de proteções feitas de Titânio e de outras proteções em inox sem soldas também é foco deste grupo de trabalho.

Responsável: Adrian Giassone ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

 

Atualizações:

  1. Os grampos estão sendo analisados pelo Adrian...atualmente já foi realizada a micrografia das peças e se procedendo a análise.
  2. Em breve, teremos a conclusão do relatório final. Lembrando que essa é uma análise complexa (e cara) e que está sendo conduzido num sensacional esforço voluntário do Adrian.
  3. Com base nos acidentes e nas análises parciais foi definido substituir as proteções inox em vias localizadas em áreas muito próximas ao mar (listadas no 1º comunicado).
  4. A prioridade será dada para as vias predominantemente equipadas por proteções inox.
  5. O tipo de proteção selecionada no momento para substituição:
    • TIKRUTAN® (commercially pure or alloyed titanium)
    • Inconel® 625 (nickel alloy)
    • Hastelloy® C (nickel alloy)
    • EN 1.4547 (254 SMO) (austenitic stainless steel)
    • EN 1.4652 (654 SMO) (austenitic stainless steel)
    • EN 1.4462 (2205) (duplex - ferritic/austenitic - stainless steel)
    • Grampos galvanizados: para as vias não diremente exposta ao "spray salino" (como: Coringa e Azul)
  6. Situação das aquisição das proteções
    • A FEMERJ fez a aquisição de 300 grampos galvanizados para atender aos casos citados acima como Coringa e Azul
    • A FEMERJ está verificando junto a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, no ambito do Programa de Incentivo ao Montanhismo, o estabelecimento de um procedimento administrativo que viabilize, reduzindo a incidencia de impostos, a importação das proteções
  7. Através de um esforço do André Ilha conseguimos uma amostra (2) de grampos de Titanio que tambem serão testadas pelo Adrian;
  8. Está sendo feito um levantamento das vias com proteções em inox nas áreas muitos próximas ao mar para serem reequipadas, onde será feito o contato com o conquistador para solicitar a autorização para a reequipar as vias.
  9. O esforço de substituição das proteções será coordenado pela DT da Femerj, contanto com a colaboração de toda a comunidade de escaladores;
  10. Após uma reunião "Papo de Montanha" no CEL, em 21/06/2011, sobre situação das proteções de inox, foi elaborado pelo Pedro Bugim um documento de análise técnica da reunião, ainda em versão preliminar. Este documento será incorporado ao Relatório Final de outubro, incorporando além dos tipos de proteções já apresentadas, também as proteções indicadas na norma 123 da UIAA.
  11. A partir dos resultados e discussão dessa reunião foi proposta uma abordagem metodológica, que está sendo analisada, para testar os efeitos da corrosão grampos de inox a diferentes distancias do mar, envolvendo coleta e ensaio laboratorial.
  12. Esta sendo estudada a formatação de uma campanha informativa para os lojistas e representantes de equipamentos sobre a importância de importar e disponibilizar esse tipo de proteção para equipar vias próximas ao mar.
  13. Foi realizada uma regrampeação piloto em Guaratiba, nas vias das Paredes de Cima e Falésia dos Orixás:
    • Três grampos da Exu (VIIa);
    • Grampo final da Chaminé Iansã (II);
    • Grampo de topo do bloco da Rainha do Mar;
    • Topo da parede onde fica Obá por grampos em "U";
    • A troca destes grampos também reabriu as seguintes vias: Patuá, Rainha do Mar e Vodu, que convergem para o mesmo grampo, e permitiram que Frango de Macumba (onde ocorreu o primeiro acidente com quebra de grampos de inox no local) possa ser repetida com corda de cima; Chuta Que É Macumba, que termina na Exu: e Oxumarê, Oxum, Obá, Oxalá, Ogum e Obatalá, que agora podem ser guiadas com a segurança de uma boa ancoragem de topo;
    • Um grampo com olhal no início da Pai-de-Santo.


Ações do GT

I) Médio prazo (até DEZ/2011)

II.1) Aquisição dos grampos galvanizados (já realizado)
II.2) Atualização das ações planejadas do GT (em execução)
II.3) Levantar e hierarquizar as vias com proteção em inox em áreas próximas ao mar (em execução)
II.4) Contato com os conquistadores (em execução)
II.5) Iniciar a substituição das proteções (em execução)
II.6) Regrampeação piloto das proteções de titânio (em execução)
II.7) Resolver os procedimentos administrativos com a prefeitura para importação dos grampos titânio (em execução)
II.8) Elaborar relatório final desta etapa (em execução)
I.9) Levantar as condições comerciais para a compra das proteções indicadas na norma 123 da UIAA

II) Longo prazo (2012)

III.1) Continuar as ações (II.2), (II.3), (II.4) e (I.5)
III.2) Realizar o ensaio indicado no item 11
 
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stop

Escalada em Parques

O montanhismo no Brasil ocorre predominantemente em áreas protegidas e Unidades de Conservação (UCs). É fundamental mantermos uma relação sustentável com os órgãos gestores das UCs.
Veja aqui alguns regulamentos para escalar em UCs no Rio.