Teste sinalizaçao

crescimento da visitação em áreas naturais incrementou as demandas de manejo em trilhas, incluindo as iniciativas de sinalização. A sinalização de trilhas é um importante instrumento de manejo da visitação que pode ter impactos positivos e negativos na experiência dos visitantes. Para contribuir com essa reflexão e orientar futuras ações de sinalização, a Femerj publicou um documento de Boas Práticas para Sinalização em Trilhas.

Tradicional método de sinalização com totem de pedras

Atualmente no Brasil há uma dedicação à sinalização de trilhas de longo curso, pois há diversas iniciativas de implementação dessas trilhas. Essas iniciativas são, na sua maioria, compostas pela junção de trilhas de curto ou médio percurso já existentes, que possuem distintas características e devem ser entendidas, manejadas e sinalizadas de maneira a observar e promover essa diversidade.

O processo de decisão sobre como, onde e a frequência da sinalização deve passar por reflexões que incluem a consideração das diferentes categorias de manejo de trilhas, conforme apresentado no documento FEMERJ- MAN 2012-01. Sem isso, corre-se o risco de pasteurizar as trilhas, minimizando as oportunidades de experiências, impactando negativamente na experiência de uma ampla gama de visitantes das áreas naturais e desfavorecendo visitantes com mais experiência, como os montanhistas.

Considerando que a sinalização pode impactar tanto positiva, como negativamente na experiência em áreas de montanha, o documento aponta diretrizes que ajudam a promover a diversidade de oportunidades de experiências e reforçam os princípios e valores do montanhismo brasileiro:

Placas no Parque Nacional da Tijuca
  • Observar as categorias de manejo de trilhas
  • Verificar a necessidade de sinalização
  • Preservar a diversidade de experiências da visitação
  • Observar os princípios e valores do montanhismo brasileiro
  • Não estimular a ‘turistização’ das áreas de montanha
  • Adequar a sinalização ao perfil de visitação da trilha – Promover a diversidade
  • Respeitar diretrizes de mínimo impacto, ética e tradições locais
  • Garantir um processo participativo
  • Considerar a diversidade de opções de sinalização
  • Priorizar os aspectos funcionais da sinalização
  • Reconhecer a existência da trilha independentemente da sinalização
  • Não condicionar a segurança no ambiente natural à sinalização

Baixe o documento completo aqui: FEMERJ-MAN-2018/01-Boas Práticas para Sinalização em Trilhas

Outros exemplos de sinalização direcional em trilhas: